Apresentação

O Sindicato das Secretárias e dos Secretários do Distrito Federal – SISDF é uma organização sindical criada para defender, representar e reivindicar melhores condições de vida e de trabalho para a categoria.

É entidade de 1º Grau, integrante do 2º grupo do comércio no plano da CNTC - Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio, de acordo com as disposições da Consolidação das Leis do Trabalho–CLT, regido por um Estatuto Social e filiada a Fenassec - Federação Nacional de Secretárias e Secretários e a UGT - União Geral dos Trabalhadores.

A categoria de secretária (o) é classificada como diferenciada e isso significa que, independendo do ramo de atividade da empresa em que trabalha, o profissional de secretariado é representado pelo SISDF.

INSTITUCIONAL:

  • Endereço:
    SCS Qd. 6 - Bl. A - Nº 136 - Ed. Sônia - 5º Andar
    70306-906 – Brasília - DF
    Telefone: 3321.0524 / 3081-0524
    www.sisdf.com.br - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • CNPJ/MF: 00.580.613/0001-45 
  • CF/DF: 07.465.751/001-01
  • Código Sindical: 005.262.02845-0
  • Registro Sindical: 912.005.262.02845-9
  • Enquadramento Sindical: Portaria MTB 3103/87
  • Carta Sindical: Processo MTb 24000.011346 - Reg. Livro 107 - Fls. 82, concedida em 4/2/1988
  • Base Territorial: Distrito Federal

O SISDF VAI SOBREVIVER?

Se for para fazer, temos que dar o máximo.

           Após a aprovação da Reforma Trabalhista, em novembro 2017, na qual foi retirada a obrigatoriedade da cobrança da Contribuição Sindical, instaurou-se uma grave crise nos sindicatos. Não bastasse isso, o atual governo editou, em pleno carnaval, a MP 873 e a manutenção das entidades está novamente no centro das discussões.
        A dúvida que está passando pela cabeça de muitos dirigentes sindicais, e também dos trabalhadores conscientes da situação, é: "meu sindicato vai sobreviver?" Não é exagero dizer que o plano das elites saiu exatamente como elas queriam ajudadas pela velha mídia que encabeçam grandes campanhas difamatórias contra as entidades sindicais. Aos poucos, dirigentes viram a opinião pública e grande parte dos trabalhadores se voltarem contra eles.
       No entanto, o governo não teria conseguido seu intuito se não tivesse conduzido a opinião pública a uma espécie de ódio em relação aos sindicatos. Os poderosos utilizam boatos e informações distorcidas como estratégias. Infelizmente, muitas delas funcionam porque o trabalhador não busca a realidade das informações. Alguns secretários, inclusive, quando falamos sobre a necessidade de contribuir e manter o SISDF, acusam-nos de coação.
       A realidade é que a categoria já foi mais conscientizada sobre esse assunto. Mas cabe-nos esclarecer e incentivá-los a pesquisar quais as conquistas obtidas e as perdas que terão caso a entidade deixe de existir, especificamente no que diz respeito aos pisos salariais, os mais altos do país, principalmente nas áreas de representatividade do SEAC e do SESCON (os maiores empregadores de secretariado no Distrito Federal).
       Contamos também com o apoio das instituições de ensino para que façam a devida conscientização dos estudantes da importância do trabalho efetuado por esta entidade e os incentivem a buscar o sindicato. É necessário entender que se não houver a cobrança do exercício da profissão existente nas Convenções Coletivas aqui no DF, os cursos tenderão a fechar. Quanto maior for o apoio da sociedade envolvida com o secretariado, mais força o SISDF terá. Mas isso só irá acontecer se a categoria estiver sempre bem informada.
       O movimento sindical precisa se apresentar novamente como um ator político legítimo e fundamental para a defesa dos direitos trabalhistas, atento ao atual momento contra o derretimento da sua estrutura e, em objeção à reforma da previdência, pois as perdas são nefastas principalmente para as mulheres.