Convenções coletivas

O SISDF assina anualmente, desde 1989, normas que regulam melhores condições de trabalho para a categoria. São os Acordos (diretamente com as empresas) e as Convenções Coletivas (com as entidades patronais).

A data base do PROFISSIONAL DE SECRETARIADO é a mesma dos demais empregados das empresas (categoria majoritária). Isto se deve ao fato de haver secretárias e/ou secretários em todos os segmentos econômicos, tornado-se impossível, portanto, se firmar um piso salarial único para a categoria, devido a diferença que existe entre as empresas.

São assinadas, anualmente, Convenções Coletivas com os seguintes segmentos patronais: Federação do Comércio do Distrito Federal - Fecomercio/DF, Sindicato das Empresas de Asseio, Conservação, Trabalho Temporário e Serviços Terceirizáveis - Seac/DF, Sindicato das Empresas de Compra e Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais do Distrito Federal - Secovi/DF, Sindicato dos Condomínos Residenciais e Comerciais do Distrito Federal - Sindicondomínio/DF e Sindicatos das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas - Sescon/DF. As Convenções podem ser impressas abaixo.

Informações ou esclarecimentos podem ser obtidos pelo telefone: 3321.0524 ou endereços eletrônicos: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. 

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O SISDF VAI SOBREVIVER?

Se for para fazer, temos que dar o máximo.

           Após a aprovação da Reforma Trabalhista, em novembro 2017, na qual foi retirada a obrigatoriedade da cobrança da Contribuição Sindical, instaurou-se uma grave crise nos sindicatos. Não bastasse isso, o atual governo editou, em pleno carnaval, a MP 873 e a manutenção das entidades está novamente no centro das discussões.
        A dúvida que está passando pela cabeça de muitos dirigentes sindicais, e também dos trabalhadores conscientes da situação, é: "meu sindicato vai sobreviver?" Não é exagero dizer que o plano das elites saiu exatamente como elas queriam ajudadas pela velha mídia que encabeçam grandes campanhas difamatórias contra as entidades sindicais. Aos poucos, dirigentes viram a opinião pública e grande parte dos trabalhadores se voltarem contra eles.
       No entanto, o governo não teria conseguido seu intuito se não tivesse conduzido a opinião pública a uma espécie de ódio em relação aos sindicatos. Os poderosos utilizam boatos e informações distorcidas como estratégias. Infelizmente, muitas delas funcionam porque o trabalhador não busca a realidade das informações. Alguns secretários, inclusive, quando falamos sobre a necessidade de contribuir e manter o SISDF, acusam-nos de coação.
       A realidade é que a categoria já foi mais conscientizada sobre esse assunto. Mas cabe-nos esclarecer e incentivá-los a pesquisar quais as conquistas obtidas e as perdas que terão caso a entidade deixe de existir, especificamente no que diz respeito aos pisos salariais, os mais altos do país, principalmente nas áreas de representatividade do SEAC e do SESCON (os maiores empregadores de secretariado no Distrito Federal).
       Contamos também com o apoio das instituições de ensino para que façam a devida conscientização dos estudantes da importância do trabalho efetuado por esta entidade e os incentivem a buscar o sindicato. É necessário entender que se não houver a cobrança do exercício da profissão existente nas Convenções Coletivas aqui no DF, os cursos tenderão a fechar. Quanto maior for o apoio da sociedade envolvida com o secretariado, mais força o SISDF terá. Mas isso só irá acontecer se a categoria estiver sempre bem informada.
       O movimento sindical precisa se apresentar novamente como um ator político legítimo e fundamental para a defesa dos direitos trabalhistas, atento ao atual momento contra o derretimento da sua estrutura e, em objeção à reforma da previdência, pois as perdas são nefastas principalmente para as mulheres.