NÍVEL BACHARELADO (GRADUAÇÃO)

Faculdade Cecap: www.cecap.com.br
Fone: 3408.2111

Faculdade Iesb: www.iesb.br
Fone: 3340.3747

Faculdade Projeção: www.faculdadeprojecao.edu.br
Fone: 3044.3100

Faculdade Unicerto: www.unicerto.com.br
Fone: 3352.6404

Faculdade Unip: www.unip.br
Fone: 2192.7080 / 0800.0109000

Faculdade Upis: www.upis.br
Fone: 3346.1944/3345.6711

 

NÍVEL TECNOLÓGICO (GRADUAÇÃO)

Instituto Federal de Brasília (IFB): www.ifb.edu.br
Fone: 2193.8130 F

Faculdade Processus: www.institutoprocessus.com.br
Fone: 3563.3247 / 3562.6343

Grupo Uninter: www.grupouninter.com.br
Fones: Brasília: 3273.2962
          Taguatinga: 3562.6392/9284.8860
          Geral: 0800.7020500

UCDB - Univ. Católica Dom Bosco: http://ucdb.br
Fone: 0800.647.3355

UDF - Centro Universitário: http://www.udf.edu.br
Fone: 3704.8881

Uniderp - Anhanguera: http://anhanguera.com
Fones: 3352.6290 / 3591.9291

Uniseb - Centro Universitário: www.estudeadistancia.com.br
Fone: 3878.4100

 

NÍVEL MÉDIO (TÉCNICO)

Instituto Federal de Brasília (IFB): www.ifb.edu.br
Fone: 2103.2154

Instituto Monte Horebe: www.montehorebe.com.br
Fone: 3349.1878

Instituto Nacional de Ensino a Distância (Inedi): www.indedidf.com.br
Fone: 3321.6614

Instituto NT de Educação (Inted): www.inted.com.br
Fone: 3024.1212

Senac: www.senacdf.com.br
Fone: 3313.8800

 

OBS.: O SISDF mantém parceria para desconto com algumas da IEs acima. Veja o percentual do desconto de cada conveniada e quem pode obtê-lo nesta página em "Serviços Prestados / Convênios / Instituições de Ensino".

O SISDF VAI SOBREVIVER?

Se for para fazer, temos que dar o máximo.

           Após a aprovação da Reforma Trabalhista, em novembro 2017, na qual foi retirada a obrigatoriedade da cobrança da Contribuição Sindical, instaurou-se uma grave crise nos sindicatos. Não bastasse isso, o atual governo editou, em pleno carnaval, a MP 873 e a manutenção das entidades está novamente no centro das discussões.
        A dúvida que está passando pela cabeça de muitos dirigentes sindicais, e também dos trabalhadores conscientes da situação, é: "meu sindicato vai sobreviver?" Não é exagero dizer que o plano das elites saiu exatamente como elas queriam ajudadas pela velha mídia que encabeçam grandes campanhas difamatórias contra as entidades sindicais. Aos poucos, dirigentes viram a opinião pública e grande parte dos trabalhadores se voltarem contra eles.
       No entanto, o governo não teria conseguido seu intuito se não tivesse conduzido a opinião pública a uma espécie de ódio em relação aos sindicatos. Os poderosos utilizam boatos e informações distorcidas como estratégias. Infelizmente, muitas delas funcionam porque o trabalhador não busca a realidade das informações. Alguns secretários, inclusive, quando falamos sobre a necessidade de contribuir e manter o SISDF, acusam-nos de coação.
       A realidade é que a categoria já foi mais conscientizada sobre esse assunto. Mas cabe-nos esclarecer e incentivá-los a pesquisar quais as conquistas obtidas e as perdas que terão caso a entidade deixe de existir, especificamente no que diz respeito aos pisos salariais, os mais altos do país, principalmente nas áreas de representatividade do SEAC e do SESCON (os maiores empregadores de secretariado no Distrito Federal).
       Contamos também com o apoio das instituições de ensino para que façam a devida conscientização dos estudantes da importância do trabalho efetuado por esta entidade e os incentivem a buscar o sindicato. É necessário entender que se não houver a cobrança do exercício da profissão existente nas Convenções Coletivas aqui no DF, os cursos tenderão a fechar. Quanto maior for o apoio da sociedade envolvida com o secretariado, mais força o SISDF terá. Mas isso só irá acontecer se a categoria estiver sempre bem informada.
       O movimento sindical precisa se apresentar novamente como um ator político legítimo e fundamental para a defesa dos direitos trabalhistas, atento ao atual momento contra o derretimento da sua estrutura e, em objeção à reforma da previdência, pois as perdas são nefastas principalmente para as mulheres.