O Registro Profissional obtido no Ministério do Trabalho e Previdência Social - MTPS (https://www.sirpweb.mte.gov.br/sirpweb) é uma exigência da Lei de Regulamentação da Profissão. Trata-se de um número, expedido pelo Órgão, comprovando que foram atendidas às exigências legais para exercer a profissão. Este procedimento ocorre com todas as categorias regulamentadas como: jornalistas, técnico de segurança, etc.

Contate-nos e orientaremos você sobre o seu registro:

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS:

  • Cópia e original da RG e CPF
  • Cópia e original da CTPS, das seguintes páginas: foto, qualificação civil e do contrato de trabalho que somem, pelo menos 36 meses, até 30/09/85
  • Cópia e original do certificado do curso do Ensino Médio e do curso Técnico em Secretariado ou
  • Cópia e original do diploma Nível Superior, no caso de Secretária (o) Executiva (o)
  • Requerimentos dirigidos ao Superintendente do Trabalho 
  • Comprovante de residência.

Obs.: Em caso de não possuir diploma de curso de Técnico em Secretariado  ou Secretário  Executivo,  até 30/09/85,  considerar como  prova  de serviço cinco anos ininterruptos ou dez anos intercalados até a data acima citada. Se funcionário público, apresentar portaria do órgão, conforme legislação.


REQUERIMENTOS

  • Os requerimentos devem ser preenchidos diretamente na página do MTPS e entregues, junto com a documentação solicitada, na SRTE/DF situada no SCS Qd. 8, Ed. Venâncio 2.000, Bloco B-50, 1º andar.

O SISDF VAI SOBREVIVER?

Se for para fazer, temos que dar o máximo.

           Após a aprovação da Reforma Trabalhista, em novembro 2017, na qual foi retirada a obrigatoriedade da cobrança da Contribuição Sindical, instaurou-se uma grave crise nos sindicatos. Não bastasse isso, o atual governo editou, em pleno carnaval, a MP 873 e a manutenção das entidades está novamente no centro das discussões.
        A dúvida que está passando pela cabeça de muitos dirigentes sindicais, e também dos trabalhadores conscientes da situação, é: "meu sindicato vai sobreviver?" Não é exagero dizer que o plano das elites saiu exatamente como elas queriam ajudadas pela velha mídia que encabeçam grandes campanhas difamatórias contra as entidades sindicais. Aos poucos, dirigentes viram a opinião pública e grande parte dos trabalhadores se voltarem contra eles.
       No entanto, o governo não teria conseguido seu intuito se não tivesse conduzido a opinião pública a uma espécie de ódio em relação aos sindicatos. Os poderosos utilizam boatos e informações distorcidas como estratégias. Infelizmente, muitas delas funcionam porque o trabalhador não busca a realidade das informações. Alguns secretários, inclusive, quando falamos sobre a necessidade de contribuir e manter o SISDF, acusam-nos de coação.
       A realidade é que a categoria já foi mais conscientizada sobre esse assunto. Mas cabe-nos esclarecer e incentivá-los a pesquisar quais as conquistas obtidas e as perdas que terão caso a entidade deixe de existir, especificamente no que diz respeito aos pisos salariais, os mais altos do país, principalmente nas áreas de representatividade do SEAC e do SESCON (os maiores empregadores de secretariado no Distrito Federal).
       Contamos também com o apoio das instituições de ensino para que façam a devida conscientização dos estudantes da importância do trabalho efetuado por esta entidade e os incentivem a buscar o sindicato. É necessário entender que se não houver a cobrança do exercício da profissão existente nas Convenções Coletivas aqui no DF, os cursos tenderão a fechar. Quanto maior for o apoio da sociedade envolvida com o secretariado, mais força o SISDF terá. Mas isso só irá acontecer se a categoria estiver sempre bem informada.
       O movimento sindical precisa se apresentar novamente como um ator político legítimo e fundamental para a defesa dos direitos trabalhistas, atento ao atual momento contra o derretimento da sua estrutura e, em objeção à reforma da previdência, pois as perdas são nefastas principalmente para as mulheres.