DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA

1.  Marcar com, no mínimo, um dia de antecedência

2.  Rescisão de contrato em cinco vias

3.  Aviso prévio ou pedido de demissão em três vias, notificando o empregado o dia, hora e local da referida homologação

4.  Guias de seguro desemprego, desde que o empregado tenha sido demitido sem justa causa

5.  Livro ou ficha de registro de empregados devidamente atualizados

6.  Carta de preposto

7.  Carta de apresentação ao empregado

8.  AAS (24 últimos meses) - Atestado de Afastamento e Salários ou período trabalhado

9.  Atestado de Saúde Ocupacional Demissional expedido pelo médico do trabalho, conforme  NR – 07 de acordo com a portaria SSST nº 24 de 29/12/94

10. CTPS atualizada

11. Extrato analítico do FGTS

12. Pagamento em cheque administrativo ou dinheiro (o cheque não pode ser cruzado)

13. GRFP – Guia de Recolhimento Rescisório dos 50% do FGTS (apresentar a guia paga) e a chave de identificação para o saque

14. Comprovante de Contribuição Sindical de 2013 / 2014 / 2015 / 2016 / 2017 (últimos cinco anos)

15. Comprovante de Contribuição Assistencial de 2013 / 2014 / 2015 /2016 / 2017 (últimos cinco anos)

OBSERVAÇÕES:
 
1. Só comparecer com os documentos exigidos
 
2. Nas homologações efetuadas no mês de abril, os empregadores deverão comprovar o repasse da Contribuição Sindical do ano corrente
 
3. As homologações que, excepcionalmente, precisarem ser por intermédio de procuração, esta deve ser um instrumento público.

O SISDF VAI SOBREVIVER?

Se for para fazer, temos que dar o máximo.

           Após a aprovação da Reforma Trabalhista, em novembro 2017, na qual foi retirada a obrigatoriedade da cobrança da Contribuição Sindical, instaurou-se uma grave crise nos sindicatos. Não bastasse isso, o atual governo editou, em pleno carnaval, a MP 873 e a manutenção das entidades está novamente no centro das discussões.
        A dúvida que está passando pela cabeça de muitos dirigentes sindicais, e também dos trabalhadores conscientes da situação, é: "meu sindicato vai sobreviver?" Não é exagero dizer que o plano das elites saiu exatamente como elas queriam ajudadas pela velha mídia que encabeçam grandes campanhas difamatórias contra as entidades sindicais. Aos poucos, dirigentes viram a opinião pública e grande parte dos trabalhadores se voltarem contra eles.
       No entanto, o governo não teria conseguido seu intuito se não tivesse conduzido a opinião pública a uma espécie de ódio em relação aos sindicatos. Os poderosos utilizam boatos e informações distorcidas como estratégias. Infelizmente, muitas delas funcionam porque o trabalhador não busca a realidade das informações. Alguns secretários, inclusive, quando falamos sobre a necessidade de contribuir e manter o SISDF, acusam-nos de coação.
       A realidade é que a categoria já foi mais conscientizada sobre esse assunto. Mas cabe-nos esclarecer e incentivá-los a pesquisar quais as conquistas obtidas e as perdas que terão caso a entidade deixe de existir, especificamente no que diz respeito aos pisos salariais, os mais altos do país, principalmente nas áreas de representatividade do SEAC e do SESCON (os maiores empregadores de secretariado no Distrito Federal).
       Contamos também com o apoio das instituições de ensino para que façam a devida conscientização dos estudantes da importância do trabalho efetuado por esta entidade e os incentivem a buscar o sindicato. É necessário entender que se não houver a cobrança do exercício da profissão existente nas Convenções Coletivas aqui no DF, os cursos tenderão a fechar. Quanto maior for o apoio da sociedade envolvida com o secretariado, mais força o SISDF terá. Mas isso só irá acontecer se a categoria estiver sempre bem informada.
       O movimento sindical precisa se apresentar novamente como um ator político legítimo e fundamental para a defesa dos direitos trabalhistas, atento ao atual momento contra o derretimento da sua estrutura e, em objeção à reforma da previdência, pois as perdas são nefastas principalmente para as mulheres.